domingo, 10 de julho de 2011




Porque às vezes é necessário parar tudo e olhar para dentro
E se a gente não para, o nosso corpo para a gente
E ele é sábio
Sabe o que diz
Só é preciso saber escutá-lo

segunda-feira, 4 de julho de 2011

o que eu conversaria com Monet?



Meia-noite em Paris. Eu sei, todos já viram, comentaram e criticaram. Positivamente. Incrível como esse filme tocou a todos. Ao menos, a todos que li, conversei, encontrei. A opinião é unânime. Woody Allen conseguiu se superar, ao fazer um filme sobre um tema tão universal. O tal desconforto com o presente e a fantasia de que antigamente, era melhor. A Era de Ouro. Sonhei acordada junto a Gil (Owen Wilson, um perfeito Woody Allen), encontrando os mestres da literatura, das artes, num bar, tomando uns drinks. E o melhor, em Paris. Afinal, onde mais.. Acho que a minha identificação com o filme foi porque sempre me encantei com esse período. Na verdade, começando um pouco antes, com a Belle Époque de Adriana (Marion Cotillard, vencedora do Oscar por Piaf). O impressionismo, a art nouveau, seguindo com o surrealismo, o nascimento da Psicanálise, a arquitetura borbulhando também. Afe.. Será que daqui a cem anos alguém sonhará com o início do terceiro milênio, desejando intensamente por viver nessa época? Será.. E você? Qual é a sua Era de Ouro?
Não perca, num cinema perto de você =)

terça-feira, 28 de junho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

salto!





Fase Matisse
Como é bom cortar papel
Transformar em imagens e alegria
Redescobrir o seu lugar

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


quase um ano depois
num dia de (muita) chuva
eu volto aqui
para dizer
que sinto saudades

domingo, 4 de outubro de 2009

Retire-se


E vá onde é possível andar no meio das brumas
E comer o abacaxi mais doce de todos
Deitar no colo mais aconchegante
Dormir o sono mais justo
E acordar pronta para recomeçar
Porque é necessário

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Porque o mundo gira e nos espera numa boa


Lá de baixo o lá em cima parece tão longe e impossível, mas tem chão

Lá de cima o lá embaixo é profundo e assustador, mas tem paisagem

E ele gira, trazendo risos e movimento

E eu vou andando

Carregando no meu peito o meu músculo involuntário,

que pul(s)a incessantemente