quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

já caminhei..






já pisei em chão de pedra, de terra, asfalto, areia, terra molhada, grama molhada, grama quentinha do sol.
chão macio, chão duro..
chão que aconchega, chão que machuca.
já caminhei para emagrecer, para ir à aula, para trabalhar.
110 km por uma causa, por um desafio.
para pensar,
para passear,
para conversar,
para namorar,
para relaxar,
para esquecer..
para chegar.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

wonderland..




Foram quase duas semanas sem tv e celular
Jornal e poluição
Foram quase duas semanas com os pés descalços e poucas horas de sono
Tinta na parede e nos cabelos
Respirando artes e risos
Colecionando histórias e encontros
Pessoas especiais e crianças incríveis
Foram quase duas semanas
Não fosse a saudade de casa e a realidade chamando..
Poderia ter sido uma eternidade.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Peru de fora se manifesta

É verdade. Esse ano não tem a banda do Leme me acordando e me lembrando que amanhã, vai ser tudo diferente. Não tem cheiro de maresia, flores para Iemanja, nem amigo oculto entre as primas. Muito menos um abraço apertado nos avós depois da meia-noite. A sobremesa era sempre no ano seguinte, e a piada nunca cansava. Os amigos que vinham de fora, tornando a festa um grande encontro do Mercosul, como diria meu pai. O peru que o vovô mandava assar na padaria, de tão grande que era, virou um peru malandro no forno da minha mãe, tentando correr dele a todo custo (foto abaixo para provar). Nem o Meridien existe mais, para nos brindar com a sua cascata de prata. Mas hoje.. Hoje tem crianças correndo pela casa de novo, renovando as energias (e bota energia nisso), tornando a família maior e mais alegre de novo. Afinal, nós éramos as crianças correndo pela casa, de pés descalços, deixando todos de cabelo em pé (e bota cabelo em pé nisso). Tem árvore de natal na casa nova, pronta para receber a família e os amigos amados. Tem irmãs e primas. E um amor do tamanho do Universo (sabendo que este é infinito). Salto alto, arroz basmati, pop cake de panetone. E claro, as calcinhas brancas dadas pela mamy. E muito para agradecer. Sempre.


Peru malandro

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

It's Friday I'm In Love

Linda versão da música Friday I'm In Love - The Cure - com a dupla Dean&Britta.
Escutem, namorem, dancem...


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

"junte os seus trapos e solte forte essa voz.."

Ah o maldito tabu da morte. Ou seria da maldita morte o tabu? Como é difícil falar e lembrar daqueles que se foram e deixaram um buraco enorme no nosso peito. É como se tivessem levado com eles um pedação da gente. Porque emocionalmente é isso mesmo o que acontece. E como é difícil fazer o contrário e que - teoricamente - seria o mais saudável psiquicamente: manter um pedaço de quem foi dentro da gente. Uma fala, um abraço, uma cena. Uma vida inteira. Porque hoje estou emocionada, compartilhando uma dor que agora também é minha. Torcendo para que aqueles que eu amo, sejam sempre confortados. Que eles possam gritar ou chorar baixinho, se assim o quiserem. Porque o luto é único e de cada um. E a gente tem que se lembrar disso também.




terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Para um Natal doce e feliz

Amanhã tem festa de Natal para as crianças que são acompanhadas no Hospital Federal dos Servidores do Estado, onde a irmã mais velha faz residência em Hematologia. Me empolguei e me ofereci para fazer uns bolinhos para ajudar na mesa e na alegria da criançada. Tem coisa mais gostosa do que fazer doce para criança? Ainda mais essas que já passam por tantas coisas difíceis e porque não, amargas. Pequenos gestos (farinha pela cozinha inteira, massa de bolo no teto e por aí vai) despertando sorrisos gostosos e barriguinhas felizes. Esse bolinho se chama Red Velvet e para mim tem muita cara de festa, tendo se tornado figurinha fácil na mesa do Natal. A receita eu peguei desse blog, que eu amo. É meio complexa, em inglês, mas vale o trabalho. Espero que os pequenos gostem!